| Para ler mais notícias sobre o terremoto do Haiti, clique nos LINKS: http://www।edsonpaim।com.br/ http://www.fmpan.com.br/ | |
| | |
Tropas brasileiras buscam sobreviventes em escombros de sede da ONU em porto Principe, capital do Haiti | |
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Tropas brasileiras buscam sobreviventes na ONU, no Haiti
domingo, 10 de janeiro de 2010
A GUERRA DO PARAGUAI: UM LABORATÓRIO DE DOUTRINA MILITAR PARA O MERCOSUL, A SER EXPLORADO
Sábado, 09 de janeiro de 2010
Academia História Militar
Querido leitor, após um período animado de festividades natalinas e de ano novo, voltamos com ares renovados para mais um ano de bons artigos sobre história militar e outros. Esperamos que 2010 Deus em sua infinita bondade possa iluminar cada um no incentivo ao um mundo melhor. Nesse ano temos uma nova página para melhorar e difundir nossos pontos de vista, sempre norteado pelo lema do 4º BE Cmb “tudo que deve ser feito merece ser bem feito!”.
Como forma de comemorarmos no dia 2 de janeiro de 1865 o aniversário da Tomada de Paissandu, durante a Guerra do Paraguai, neste ano de 2010 iremos abordar diversos aspectos da citada Guerra.. A tomada de Paissandu tinha como objetivo derrubar o ditador uruguaio Atanasio Cruz Aguirre (1804-1875). Eleito em 1864, Aguirre chefiava um governo de nacionalismo extremado, o que provocou seguidas agressões e invasões de terras dos cerca de 40 mil brasileiros que viviam em território uruguaio. Apoiadas por forças leais ao general uruguaio Venâncio Flores, opositor de Aguirre, as tropas brasileiras conquistaram a cidade de Paissandu e depois rumaram para Montevidéu, obrigando Aguirre a se refugiar no Paraguai, onde pediu apoio a outro ditador: Francisco Solano Lopez (1827-1870). A invasão era o pretexto que o paraguaio esperava para lançar seu exército contra o Brasil. A Guerra do Paraguai se anunciava. Logo nos primeiros lances do conflito, Marcílio Dias teve seu segundo – e derradeiro – momento de glória: a batalha naval do Rio Riachuelo. Ao vencê-la, em 11 de junho de 1865, a Marinha brasileira e seus aliados conseguiram controlar os rios da bacia platina e evitar o avanço paraguaio. Marcílio Dias tombou no campo, ou melhor, no convés de batalha, mas ajudou a definir o rumo da guerra: desfalcados em suas forças navais, até o fim do conflito os paraguaios agiriam sempre na defensiva.
De 1865 a 1870, a Bacia do Rio da Prata foi cenário do maior conflito entre nações das Américas - a Guerra do Paraguai. Ela envolveu de um lado o Brasil, a Argentina e o Uruguai, que formaram a Tríplice Aliança contra o Paraguai. Seu início teve lugar logo depois de término da Guerra de Secessão nos EUA; conflito interno entre o Norte industrial e o Sul agropecuário e escravista daquele país. A Guerra de Secessão a qual considero o primeiro grande conflito da Era Industrial. Conflito que foi o prenúncio da Guerra Total. Nele, com o apoio na máquina a vapor que tornou possível a produção, em série, de munições e armamentos que aumentaram consideravelmente a densidade de fogo na superfície do campo de batalha. Isto obrigou o combatente, para sobreviver, a enterrar-se no terreno á procura dos abrigos, mais conhecidos por trincheiras - marca registrada da I Guerra Mundial em sua primeira fase.
A Guerra de Secessão, com a qual a Guerra do Paraguai apresenta muitas semelhanças e recebeu fortes influências, somente foi estudada criticamente, á luz dos fundamentos da Arte de Guerra, entre as duas últimas Grandes Guerras.
Os chefes, pensadores, planejadores e historiadores militares norte-americanos lamentaram profundamente o atraso do estudo, em razão dos valiosos ensinamentos que ela sugeria e que poderiam ter sido incorporados à Doutrina Militar do Exército dos EUA na I Guerra Mundial. E, mais eles se conscientizaram da importância do conflito no contexto da Doutrina Militar Mundial.
4º BE Cmb
1910- 2010 – 100 anos
Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br e artigo sobre a Guerra do Paraguai do Coronel Cláudio Moreira Bento
Michel Dias Rosa – Historiador Militar
Delegado Regional
terça-feira, 24 de novembro de 2009
O SOLDADO E SUA PARTICIPAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO BRASIL
A par do dever constitucionalmente imposto - o de defender o país contra agressão externa e manter a ordem interna – o que, por si só, justificaria a existência do soldado, como elemento fiador de uma condição indispensável para o desenvolvimento social, isto é, para que atinjamos, rapidamente, uma ordem social mais justa, humana e cristã, situação essa a que chegaremos se repudiarmos toda sorte de imperialismo da esquerda ou da direita, se combatermos sem trégua o poder econômico avassalador, que esteja concentrado nas mãos de grupos particulares monopolistas ou de Estados totalitários controlados por partido único, o que vale dizer, das cúpulas partidárias, há, ainda, importantes contribuições das forças armadas de hoje e, portanto do soldado moderno, para o desenvolvimento social do Brasil.
Senão, vejamos:
Ao apresentar-se o conscrito, pela seleção militar são descobertos, muitas vezes, frustros de moléstias contagiosas, cujos portadores, pela ignorância de seu estado, ameaçam a saúde dos comunicantes.
Diagnosticados precocemente seus males, isso possibilita ao doente buscar os recursos necessários á sua cura.
Incorporado, passa o homem a receber cuidados médicos, odontológicos, que o capacitam a resistir aos esforços mais árduos, na instrução militar e na educação física, que contribuem decisivamente para a robustez do homem brasileiro e para a própria eugenia da raça.
Recebendo a alimentação balanceada das forças armadas, cria o soldado o habito de alimentar-se adequadamente.
A imunização compulsória do militar previne inúmeras moléstias contagiosas.
Portanto, é na caserna que se encontra o melhor ambiente para a prática da saúde publica. Daí a necessidade de perfeita coordenação entre os corpos de saúde e das forças armadas e os serviços de saúde publica civil.
Os conhecimentos de higiene ministrados aos oficiais dos corpos de saúde (do exercito, principalmente): Médicos, farmacêuticos e dentistas, capacitam-nos a ministrarem educação sanitária á tropa, cujos conhecimentos serão depois disseminados para o meio civil pra o qual retorna, influenciando quase sempre os elementos que convivem com o reservista.
Cumprindo disposições regulamentares que exigem a alfabetização dos convocados, esta o meio militar contribuindo, decisivamente, para a diminuição do vergonhoso índice de analfabetismo do país e removendo a terrível venda dos olhos desses quase cegos analfabetos, melhorando consequentemente seu nível de vida.
Estranham muitos a interferência indébita de militares nas atividades administrativas do país. Por que será, amigos rotários?
É simples a resposta: é porque o militar também almeja o desenvolvimento do país e o bem-estar de seu povo e porque as forças armadas são uma escola de liderança. De um contingente de 40 conscritos incorporados em Aquidauana, somente um deles havia dirigido mais de 10 homens, assim mesmo apenas os empregados de seu pai. Um mês após, cerca de 30 desses convocados, depois de matriculados no curso de cabos, já começavam a comandar os restantes de seus companheiros.
Voltando as suas ocupações civis, terão naturalmente mais facilidade para galgar postos de direção e, se atingi-los, maiores serão suas possibilidades de êxito. Não é, pois, por acaso que muitas vezes militares ocupam cargos na administração publica. Ninguém iria convocá-los pela condição única de ser militar. Logo, a restrição a fazer-se não deve ser de ordem genérica; a restrição que se impõe deve ser apenas de ordem pessoal, de origem cultural ou de ordem técnica.
Por outro lado, a evolução do nosso tempo e a própria evolução cultural de nossa gente, exige um constante aprimoramento por parte dos quadros militares.
A arte da guerra moderna solicita do militar conhecimento profundo de geografia (física, política e econômica), matemática, física, psicologia, ciências sócias, higiene e outros ramos do conhecimento, que lhe sugerem aplicações em investimentos mais produtivos para a pátria. O militar moderno não se contenta em estudar a arte da destruição, mais quer participar ativamente da tarefa de construção de um porvir melhor, prefere ir gradativamente se adaptando ao mundo futuro que há de vir breve, em que será desnecessária a guerra para a solução de pendências ou divergências de opiniões, em que reinara definitivamente a paz, porque o homem civilizado não briga
Para que os paises belicosos substituam o ideal de guerra pelo de paz, faz-se necessário que seus militares se diluam no povo, convivam com o povo, se identifiquem com o povo, sintam as mesmas alegrias e aflições do povo e se confundam com o próprio povo.
Para isso, as repartições militares de hoje, tem sempre o seu oficial de relações publicas, que é o seu diplomata, o homem encarregado de manter boas relações com as autoridades militares e civis, de atender com fidalguia, e indistintamente a todos os que necessitem dirigir-se a essa corporação.
E, para adaptar-se á realidade social que atravessamos, não prescinde o meio militar, e nem o militar individualmente, de utilizar, para bem servir á coletividade, o mais moderno, complexo e útil ramo de conhecimento – a pratica das relações humanas, que é, com certeza, o vosso ideal, o ideal rotário.
É isso justamente o que fazeis ao receber o representante do comandante da guarnição militar de Aquidauana, Tenente Edson Pierre Marcello para privar convosco, honra que, em seu nome, penhorosamente agradeço.
Acredito Senhores, que o soldado moderno tem realmente um papel relevante no desenvolvimento social do Brasil. Espero que o tenha explanado, ainda que palidamente. Muito obrigado, Senhores rotários!
(Palestra realizada pelo então Tenente Edson Nogueira Paim, no Rotary Club de Aquidauana, em 1962, como representante do Comandante da 1a. Companhia do 9o. B.E.Comb.)
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Prefeito Fauzi recebeu visita de oficiais do Exército
| Fonte: | | William Franco |
| Instituição parceira do governo municipal, o Exercito tem desenvolvido um trabalho conjunto com o Executivo. Em nome desse prestigio, o chefe da 30º circunscrição de serviço militar de Mato Grosso do Sul Tenente Coronel Pedro Paulo de Miranda Klein e seu assessor Sargento Sandoval na companhia do Tenente do 9º BE ComB Roney visitaram, na tarde de ontem (28), o prefeito Fauzi Suleiman. | ||
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Aquidauana: morre Allyrio Verlangieri de Castro, herói da Força Expedicionária Brasileira
Faleceu neste 16 de outubro, devido a falência múltipla de órgãos o Sr. Allyrio Verlangieri de Castro, combatente da 2ª Guerra Mundial - Campanha da Itália (1944-1945), que integrou 9° Batalhão de Engenharia– da Força Expedicionária Brasileira (FEB), primeira tropa brasileira a entrar em combate no Front italiano a 06 de setembro de 1944.
O Pracinha (como são chamados os Combatentes da FEB) Allyrio Verlangieri de Castro, serviu na 2ª Companhia de Engenharia de Combate durante a Campanha da Itália, sob o comando do legendário Capitão Raul da Cruz Lima Junior que registrou a ação de guerra de sua Companhia de Engenharia no livro “Quebra Canela: A Engenharia Brasileira na Campanha da Itália."
O Cabo Allyrio Verlangieri de Castro, como integrante do 9º Batalhão de Engenharia Expedicionário, é citado como destaque por diversas vezes na obra Quebra-Canelas, por sua atuação em Campanha.
O “Héroi de Guerra” Allyrio participou dos principais combates travados naquele Teatro de Operações, como lê-se na obra em comento, tendo se destacado no ataque a localidade de Montese, que se configurava num baluarte das forças alemãs empregadas naquele teatro de operações.
A Batalha de Montese foi a epopeia, mais sangrenta da vitória da Força Expedicionária Brasileira (FEB), com 426 baixas em combate tendo os integrantes do 6º Pelotão da 2ª Companhia de Engenharia de Combate a honra de terem entrado primeiramente em Montese, lado a lado com a Infantaria.
Durante a Tomada de Montese, o Cabo Allyrio, integrando o 6º Pelotão da 2ª Companhia de Engenharia de Combate, foi escalado com seu pelotão a acompanhar o ataque da 1ª Companhia de Infantaria do 11º Regimento de Infantaria, tendo permanecido no ataque àquela localidade por quatro jornadas, conforme palavras do Coronel Raul da Cruz Lima Júnior: “Parece impossível que tendo passado por tantas peripécias, no trato das minas e sob pesados bombardeios, apenas tivemos feridos naquele Pelotão (. . .) além do Alyrrio Verlangieri (. . .) seu apoio às operações de Montese se fizera de maneira marcante, derramando o próprio sangue em operações arrojadas. . .”
Seu Allyrio, como era chamado carinhosamente por militares e civis, rebebeu do governo brasileiro em reconhecimento por sua atuação na Campanha da Itália a Medalha Cruz de Combate de 1ª Classe, Medalha Sangue do Brasil, além de diversas outras comendas de entidades civis e militares.
Após a guerra, ao licenciar-se das Forças Armadas, integrou-se a comunidade sendo cidadão útil, empenhado em servir ao Brasil, não buscando a glória ou louvores por seu heroísmo.
Na atualidade, quando àqueles de memória curta parecem se esquecer dos perigos dos discursos segregacionistas, dos totalitarismos de todas as matizes ideológicas, a morte do Herói de Guerra Allyrio Verlangieri de Castro, nos remete a reflexões dos horrores da guerra e de suas consequências para a população de qualquer país atingido pelos seus efeitos.
Além da necessidade de todo cidadão de combater qualquer tentativa de imposição de regimes que ameassem a paz social e a democracia.
Neste dia, a família enlutada perde um pai de família exemplar, cidadão honrado que teve uma vida ilibada e proba. O 9º Batalhão de Engenharia de Combate e o Exército Brasileiro, a cidade de Aquidauana e o Brasil perdem um herói, que contribuiu com seu sacrifício anônimo, com seu sangue, na luta contra o totalitarismo, colaborando para a construção de um mundo mais justo e democrático.
À família do Senhor Allyrio Verlangieri de Castro as condolências da sociedade aquidauanense e de seus irmãos d’armas do 9º Batalhão de Engenharia de Combate.
ABÍLIO SIZINO DE LIMA FILHO – CORONEL
Comandante do 9º Batalhão de Engenharia de Combate
9º BATALHÃO DE ENGENHARIA DE COMBATE
A CASA DO ENGENHEIRO EXPEDICIONÁRIO
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Fauzi recebeu dupla homenagem no Batalhão Carlos Camisão
Prestar homenagem a figuras ilustres da sociedade que contribuíram significativamente com o Exército Brasileiro, este é o objetivo da Medalha Marechal Machado Lopes entregue na manhã desta quarta-feira (14) a diversas autoridades presentes na solenidade de comemoração aos 67 anos de criação do Batalhão Carlos Camisão.Entre os homenageados, destaque para o prefeito Fauzi Suleiman (PMDB) que além de receber a medalha, criada pela Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira, foi homenageado com o diploma “Amigo do Batalhão”.
Além do prefeito, dois gerentes do Governo Municipal figuraram entre os homenageados recebendo, também, o diploma de Amigos do Batalhão. Trata-se da professora Eva Enilde Franco Fernandes, gerente de Desenvolvimento Social, e o administrador Archibald Macintyre - gerente de Obras e Serviços Urbanos.
Para o prefeito Fauzi Suleiman a homenagem representa um reconhecimento do trabalho que a prefeitura tem feito de valorização as instituições de Aquidauana. “É um motivo de muito orgulho, de satisfação pessoal receber esta homenagem de uma instituição do porte do 9o batalhão, que tem uma história profunda de defesa dos interesses do País e de grande participação na vida social e cívica da nossa cidade”, afirmou.
Esta é a segunda homenagem militar que o chefe do executivo aquidauanense recebe este ano. Em Setembro, ele recebeu a Medalha do Mérito concedida pela Polícia Militar no Palácio Tiradentes, proposta pelo ex-comandante do 7o Batalhão da PM de Aquidauana, tenente coronel Jorge Edgard Júdice Teixeira. A solenidade foi realizada na sede do Comando Geral da PM em Campo Grande, durante as festividades de celebração dos 174 anos de criação da instituição.
Fonte: ACS/Aquidauana
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Histórico batalhão completa 67 anos em Aquidauana (Postada por Danuza Zambrana)
Fonte: Anastácio Notícias |
Fonte: Anastácio Notícias
